O Sistema de Protecção Civil, conforme a lei o define, na sua relação com os cidadãos, tem a obrigação de desenvolver informação pública para que as decisões possam ser conhecidas, entendidas e participadas. O CDS-PP Viseu detém igual preocupação e neste continuado e permanente “Compromisso com Viseu” quer ajudar as instituições com responsabilidade aos diversos níveis na Protecção Civil a identificar os principais problemas e a encontrar as melhores soluções para os resolver ou minimizar. É mais que uma perspectiva politica, uma cultura de cidadania participativa que pretende conduzir-se ao levar a cabo o Colóquio/Debate “A Protecção Civil, Fogos Florestais e a Comunidade”, uma iniciativa que decorre dia 14 de Dezembro, no auditório Mirita Casimiro em Viseu com inicio às 10h00. Numa época de transformações em todo o mundo em relação ao papel da Protecção Civil, onde cada vez mais se torna determinante a acção de cada membro da comunidade, este evento aberto à população em geral pretende sensibilizar os participantes para temas que estão na ordem do dia e recolher contributos que permitam apoiar em soluções fiáveis e alternativas a gestão municipal. O evento tem sessão de abertura às 10h30 com Lúcio Campos, TCor do Exército e actual CODIS, a apresentar a sua visão sob as questões da Protecção Civil numa perspectiva distrital. Pelas 11h00, Nuno Bento, Responsável Municipal Protecção Civil do Sátão, irá abordar a questão do Serviço Municipal de Protecção Civil a que se seguirá pelas 11h30 a intervenção de Jorge Antunes, Comandante do Corpo de Bombeiros Municipais de Viseu sobre a temática dos Bombeiros Municipais. Na parte da tarde, a partir das 15h00, o especialista Jack Soifer, traz à discussão “Economia e Fogos Rurais”, enquanto que pelas 16h00 Ricardo Ribeiro, Presidente da AProCivil , vai falar sobre as “Riscos e Desafios da Protecção Civil”. O último painel decorre às 17h00, no qual o Fernando Curto, Presidente ANBP, vai abordar a questão da “Bombeiros Profissionais e a Autarquia”. Após as intervenções, este Colóquio abre um período de debate final e apresentação das conclusões sendo encerrado com a intervenção de Hélder Amaral. A participação neste momento importante para o futuro da região é aberto aos elementos da Protecção Civil Distrital e Municipal bem como a todos quantos se interessem pela temática. A inscrição no Colóquio poderá ser realizada por email (cdsviseu@gmail.com) ou telemóvel 961345551 até dia 13 de Dezembro e a participação é gratuita.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Tomada de posição sobre a Reunião de Câmara de 05 de Dezembro
Na passada quinta-feira, dia 05 de Dezembro, realizou-se a reunião semanal do executivo camarário que, desta feita, contou com a presença de Vítor Duarte, em representação do CDS-PP. Tendo sido discutidos, nesta reunião, a criação do órgão “Fórum Viseu cultura” e a realização do “Espectáculo Piromusical” de fim-de-ano, sendo que o CDS-PP votou desfavoravelmente à realização de ambas as propostas. O voto do CDS-PP não se prende com qualquer tipo de táctica ou diatribe política, está profundamente baseado nas convicções com que assumimos o nosso compromisso.
Em primeiro lugar, relativamente ao órgão “Fórum Viseu Cultura”, se por um lado, o CDS-PP está de acordo com o Presidente da Autarquia Almeida Henriques, quando este afirma a necessidade de fazer de Viseu uma cidade de eventos e um pólo cultural no país (ainda que não necessariamente o terceiro pólo, afinal Viseu deve estar primeiro); por outro lado, não pode estar de acordo com o caminho, a criação de mais um grupo a juntar ao recém-criado concelho estratégico, para discutir a cidade. Entendemos que o diagnóstico das carências do concelho está feito, sendo apenas necessário concretizar as propostas, que já existiam nos programas de candidaturas, que foram votadas nas últimas eleições. No entanto, se executivo liderado pelo PSD não acredita no seu programa eleitoral, o CDS-PP de boa vontade cede o seu Compromisso com a Cultura, vertido no manifesto eleitoral que apresentou a eleições, de modo a tornar Viseu o virtuoso pólo de atracção cultural de que Almeida Henriques nos fala mas, aparentemente, tem dificuldades em concretizar.
Em segundo lugar, no que concerne ao Espectáculo Piromusical de fim-de-ano, o voto desfavorável do CDS-PP prende-se com a prosaica razão de considerarmos, a absurda quantia de 35 mil euros, uma afronta ao sacrifício que é pedido todos os dias aos Viseenses. Por sabermos que este investimento está afecto ao orçamento dedicado à cultura não caímos no populismo fácil de afirmar que este investimento seria melhor aproveitado se vertido em acção social, muito embora saibamos que aliviaria o sofrimento de muitos agregados familiares carenciados, mas não nos abstemos de recordar que, neste espectáculo, será gasto aproximadamente metade do orçamento de um evento como os Jardins Efémeros 2013, sem que deste espectáculo decorram o mesmo tipo de benefícios para a cidade ou vida colectiva.
É entendimento do CDS-PP que a autarquia deve liderar pelo exemplo, deste modo, tendo em conta a burocratização da vida pública ou o despesismo inerentes a estes projectos, o CDS-PP não teve outra opção sem ser votar contra.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Defender Portugal, Pensar o CDS
Caro(a) militante, simpatizante e amigos,
Como sabe, vai realizar-se o 25º Congresso do CDS nos próximos dias 11 e 12 de Janeiro de 2014.
É importante poder fazer-se um debate interno no Partido, razão pela qual a Direcção Nacional propôs às Distritais que se realizassem várias sessões com as estruturas e os militantes nos dois próximos fins-de-semana, denominada “Defender Portugal, Pensar o CDS”, onde estarão a debate temas nacionais como:
- a aproximação do fim do Plano de Ajustamento, assinado com a Troika;
- a política económica e os indicadores da economia real;
- as opções orçamentais e as orientações para a Reforma do Estado.
É também uma oportunidade para debater em termos partidários e apontar caminhos, designadamente, a estratégia do Partido para os próximos 2 anos.
Apelamos, como militante ou simpatizante, à sua participação na sessão de VISEU, com a presença de
ASSUNÇÃO CRISTAS, MIGUEL MORAIS LEITÃO e HÉLDER AMARAL
que terá lugar na próxima sexta, 29 de Novembro, 21 horas, no Hotel Montebelo, em Viseu.
Contamos consigo!
Como sabe, vai realizar-se o 25º Congresso do CDS nos próximos dias 11 e 12 de Janeiro de 2014.
É importante poder fazer-se um debate interno no Partido, razão pela qual a Direcção Nacional propôs às Distritais que se realizassem várias sessões com as estruturas e os militantes nos dois próximos fins-de-semana, denominada “Defender Portugal, Pensar o CDS”, onde estarão a debate temas nacionais como:
- a aproximação do fim do Plano de Ajustamento, assinado com a Troika;
- a política económica e os indicadores da economia real;
- as opções orçamentais e as orientações para a Reforma do Estado.
É também uma oportunidade para debater em termos partidários e apontar caminhos, designadamente, a estratégia do Partido para os próximos 2 anos.
Apelamos, como militante ou simpatizante, à sua participação na sessão de VISEU, com a presença de
ASSUNÇÃO CRISTAS, MIGUEL MORAIS LEITÃO e HÉLDER AMARAL
que terá lugar na próxima sexta, 29 de Novembro, 21 horas, no Hotel Montebelo, em Viseu.
Contamos consigo!
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Comunicado - CIMVDL
A eleição, no passado dia 18, do deputado intermunicipal do CDS-PP Jorge Manuel Rodrigues de Vila Nova de Paiva, para a vice-presidência da Mesa da Assembleia da CIMVDL, afirma de forma clara a importância do CDS-PP, como factor de estabilidade, naquela Comunidade.
Importa assinalar que o CDS-PP, neste mandato, duplica a presença de deputados eleitos na Assembleia, constituindo um grupo intermunicipal liderado por Fernando Figueiredo, eleito por Viseu, junto com António Dinis eleito por Tondela e Belarmino Costa eleito por Aguiar da Beira.
O CDS-PP regista ainda com agrado que se tenha resolvido o impasse relativo à constituição da nova Direcção da CIMVDL, apresentando os votos dos maiores sucessos aos novos membros e reiterando desde já o compromisso sério de um trabalho conjunto em defesa dos interesses da região.
Ao mesmo tempo, o CDS-PP, manifesta o seu repúdio pela forma comprometida e até difamatória como o Diário de Viseu, de 19 Novembro, noticiou tais factos. Num estilo jornalístico ausente de qualquer profissionalismo, ética ou pudor, assinado pelo seu editor principal, no qual se percebe uma enorme iliteracia matemática, chega-se ao ponto de prever erradamente o sentido de voto dos deputados do CDS-PP, sem qualquer respeito pelo contraditório, o que representa o servilismo e o critério de rigor e análise que usa na informação que presta aos viseenses. A noticia a não ser devidamente retratada, com o adequado rigor fará com que o CDS-PP se veja obrigado a denunciar a mesma nas entidades próprias, de modo a que tal situação não se repita ou passe impune
Viseu, 20 de Novembro de 2013.
O CDS-PP Viseu
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Balanço da reunião de Câmara de 07 de Novembro 2013
Na última reunião de Câmara foi apresentado ao Executivo o programa “Viseu Primeiro”, para 2014-2017. Depois de analisado, o CDS-PP, considera que, o mesmo, é de novo o programa eleitoral do PSD a ser apresentado. Por o CDS não acreditar nesse programa apresentou listas próprias. No nosso entendimento, estamos perante um documento muito geral que não concretiza objectivos, não define metodologias de trabalho, não calendariza ou orçamenta. Do que transparece do documento, tal a quantidade de fóruns, gabinetes, conselhos, etc o peso no encargo orçamental da Autarquia será significativo. O programa não passa pois no entender do CDS-PP de um conjunto de generalidades, com as quais todos os bons cristãos concordam, sendo de uma indefinição tão impressionante, constituído por um conjunto de frases feitas e afirmações vazias de conteúdo. Ainda assim, aceitando ser um mero guia orientador da discussão e da definição futura do programa para o concelho o vereador presente absteve-se na votação do mesmo.
Da mesma forma a criação de um lugar remunerado na Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) de Viseu, para o qual foi nomeado um elemento que integrou a lista do PSD à Câmara nas autárquicas, ainda que porventura legitima é politicamente imoral e eticamente incorrecta. Sem uma ideia concreta para o Centro Histórico, nomear um gestor é tão só responder à preocupação de colocar os seus pares numa lógica partidária do interesse pessoal esquecendo a promessa de Viseu Primeiro. O mesmo sinal e ainda mais incompreensível é dado com a nomeação da antiga vereadora Ana Paula Santana (sexta da lista do PSD, que também não foi eleita) para a Gestin Viseu, entidade responsável pela gestão dos parques empresariais de Viseu e para a qual os deputados do CDS-PP na Assembleia Municipal já pediram explicações sobre a sua viabilidade e projecto de futuro.
Em substituição de Hélder Amaral, ausente do Concelho por se encontrar em representação do Grupo Parlamentar do CDS-PP na discussão do OE na AR, matéria também importante para todos os viseenses, o CDS-PP esteve representado na reunião pelo Vereador Vítor Duarte. Sendo uma situação excepcional e até inopinada muito se estranha que na comunicação social se afirme a esse propósito a suspensão de mandato de Hélder Amaral, o que além de falso demonstra que algum gabinete de comunicação procura criar através da imprensa factos políticos.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Conselho Estratégico, medalha e Viriato de ouro
Da reunião extraordinária da Assembleia Municipal, realizada em 06/11, importa refletir sobre os seguintes temas que nesse fórum foram abordados, designadamente a criação do Conselho Estratégico de Viseu e a atribuição da medalha e Viriato de ouro a Fernando Ruas, promessa de Almeida Henriques no seu discurso de tomada de posse, que foi, mais tarde, aprovada na primeira reunião ordinária do executivo camarário.
Efetivamente, as condecorações atribuídas a Fernando Ruas são merecidas e justas pelo trabalho efetuado à frente dos destinos da autarquia viseense nos últimos 24 anos, embora, em meu entendimento, os últimos anos de mandato, que marcaram a despedida ou o até já de Fernando Ruas, não tenham estado ao mesmo nível dos anteriores.
Contudo, não há da parte de qualquer representante eleito do CDS-PP, tanto na autarquia, como na Assembleia Municipal a menor contestação relativamente à atribuição destes prémios, uma vez que reconhecem o trabalho efetuado por Fernando Ruas em prol do desenvolvimento de Viseu.
Quanto à criação do Conselho Estratégico sabemos que será um órgão consultivo que contará com a participação das entidades e personalidades mais relevantes do Município nas áreas económica, social e cultural.
No que respeita aos objectivos deste órgão resta-nos aguardar, com alguma ansiedade, pela sua divulgação assim como pelo seu plano de ação.
Aguarda-se também que seja conhecida a constituição deste órgão, por isso, teremos de esperar que Almeida Henriques proceda à seleção das personalidades viseenses que, no seu entendimento, terão o Factor X para integrar essa restrita selação.
No fundo, caberá a este órgão acompanhar e aconselhar a intervenção da Câmara no sentido de encontrar as melhores respostas de intervenção para a captação de investimentos e criação de postos de trabalho e ainda para a revitalização do comércio tradicional, recuperação do centro histórico e atendimento às situações sociais mais preocupantes.
Carlos Cunha, deputado municipal pelo CDS-PP
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Eleição da CIMVDL - Comunicado
Terminada a reunião da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL), sem consenso ou definição de rumo, o CDS-PP Viseu manifesta particular preocupação com o vazio de liderança instalado e natural estranheza pela forma irresponsável como o assunto tem sido tratado.
Numa altura em que a quase totalidade das demais Comunidades já se encontram instaladas, com novas direcções eleitas, segundo o preceituado legislativo da votação nominal dos representantes das Câmaras Municipais que as constituem, a CIMVDL vegeta num impasse, fruto de uma interpretação legislativa baseada em interesses corporativos e pessoais. Este impasse conduz à descredibilização da Instituição e ao enlamear da imagem positiva que a anterior direcção soube imprimir à mesma.
Numa altura em que se deveriam estar a discutir os objectivos estratégicos da região, de modo a garantir uma equilibrada execução dos fundos comunitários, do Quadro Comunitário 2014-2020, PS e PSD limitam-se a disputar lugares.
O CDS-PP não se revê nesta forma de política, não aceita que se pretenda conduzir o processo eleitoral ao arrepio da Lei, sem respeito da maioria democraticamente eleita. e não pactua com os jogos de bastidores.
O CDS-PP não compreende as razões pela quais o PSD quer alterar o resultado obtido nas urnas, nem que o PS não queira assumir a responsabilidade que a legitimidade eleitoral lhe impõe.
O CDS-PP espera que o mais rapidamente possível seja marcada a eleição da Direcção de acordo com a Lei em vigor onde cada Presidente de Câmara representa um voto e manifesta-se, como sempre esteve, disponível para naquele fórum regional assumir as responsabilidades que lhe cabem e para o qual os seus 3 deputados eleitos foram já mandatados.
Numa altura em que a quase totalidade das demais Comunidades já se encontram instaladas, com novas direcções eleitas, segundo o preceituado legislativo da votação nominal dos representantes das Câmaras Municipais que as constituem, a CIMVDL vegeta num impasse, fruto de uma interpretação legislativa baseada em interesses corporativos e pessoais. Este impasse conduz à descredibilização da Instituição e ao enlamear da imagem positiva que a anterior direcção soube imprimir à mesma.
Numa altura em que se deveriam estar a discutir os objectivos estratégicos da região, de modo a garantir uma equilibrada execução dos fundos comunitários, do Quadro Comunitário 2014-2020, PS e PSD limitam-se a disputar lugares.
O CDS-PP não se revê nesta forma de política, não aceita que se pretenda conduzir o processo eleitoral ao arrepio da Lei, sem respeito da maioria democraticamente eleita. e não pactua com os jogos de bastidores.
O CDS-PP não compreende as razões pela quais o PSD quer alterar o resultado obtido nas urnas, nem que o PS não queira assumir a responsabilidade que a legitimidade eleitoral lhe impõe.
O CDS-PP espera que o mais rapidamente possível seja marcada a eleição da Direcção de acordo com a Lei em vigor onde cada Presidente de Câmara representa um voto e manifesta-se, como sempre esteve, disponível para naquele fórum regional assumir as responsabilidades que lhe cabem e para o qual os seus 3 deputados eleitos foram já mandatados.
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