terça-feira, 3 de setembro de 2013

Compromisso com as Mulheres



O CDS não aceita a ideia de reduzir o valor e a participação das mulheres na política a um número e em consequência disso votou contra a lei da paridade. Quem, tal como nós, prima pelo direito da igualdade efectivo, logo independente de qualquer tipo de legislação, entenderá o verdadeiro alcance do que defendemos. Escusado será dar exemplos de liderança governativa no feminino, encontramo-los nos quatro cantos do mundo, do Brasil à Austrália, no passado, no presente e talvez num futuro bem próximo de nós geográfica e temporalmente, depois do dia 29 de Setembro. A candidatura de Hélder Amaral representa isso mesmo: mudança, evolução e escolha de novas prioridades. A candidatura do CDS mostra na prática que a defesa da participação da mulher, com base no mérito, na competência e na motivação individual não são palavras vãs nem apenas politicamente correctas do discurso de Hélder Amaral.
Para a candidatura do CDS-PP são os actos que contam, mais que as palavras. Para a candidatura do CDS-PP são as mulheres que contam, mais que a obrigatoriedade da lei. Com 4 listas candidatas às Juntas de Freguesia encabeçadas por mulheres, a saber: Laura Albernaz em Abraveses, Conceição Coelho em Fragosela, Ana Filipa Lourenço em Calde e Isabel Cardoso em Vila Chã de Sá / Fail. Estas listas apenas respeitaram em primeiro lugar a lei do mérito em equipas maioritariamente femininas. Também consideramos importante a média de idades das candidatas que se apresentam a votos, nas listas do CDS-PP, e se situa nos 35 anos o que é, no nosso entender, sinal claro da renovação dos agentes políticos que o CDS-PP está a operar, bem como da sua capacidade de atracção de pessoas mais novas muitas das quais sem qualquer filiação partidária.
Esta aproximação foi, grosso modo, feita de fora para dentro. Ou seja: as candidatas mostraram vontade em se aliar ao compromisso que assumimos para os próximos quatro anos. São avós que não querem para os netos deixar facturas deste estafado modelo de gestão, são mães que sabem que a nossa candidatura garante mais realidade e apoio aos seus filhos ou são simplesmente mulheres que não têm dúvidas que o discurso genuíno da verdade e sustentabilidade económica está na alternativa séria e segura que a candidatura de Hélder Amaral oferece. Dispensámos, por vontade própria, a pompa e circunstância dos “Conselhos Estratégicos” ou as "Federações de Mulheres”. São mais do mesmo e as mulheres merecem melhor! A candidatura de Hélder Amaral por as saber capazes e competentes desafia todas as Mulheres a servir a causa de Viseu e dos Viseenses e opta por, pragmaticamente, lhes conferir o poder de decisão sobre as suas políticas, sem qualquer tipo de limitações para além das da sua própria vontade em fazer mais e melhor pelos Viseenses. Esse é também o nosso Compromisso!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Compromisso com o Turismo

A candidatura de Hélder Amaral recebeu este domingo a primeira de diversas visitas programadas de dirigentes nacionais do CDS-PP a Viseu. Adolfo Mesquita Nunes, dirigente nacional do Partido visitou, durante a tarde, vários locais do Centro Histórico da cidade, acompanhado por uma significativa comitiva de elementos da candidatura e simpatizantes dedicando particular atenção às unidades hoteleiras da Casa da Sé e Palácio dos Melos onde teve lugar uma apresentação do Compromisso com o Turismo.
Naquele local, Hélder Amaral, explicou aos jornalistas presentes que “Viseu, concelho e região, para se afirmar nacional e internacionalmente tem de passar pelo Turismo. Diversos factores contribuem para que Viseu seja um pólo turístico privilegiado, desde logo o seu posicionamento geoestratégico; o vasto potencial patrimonial; os recursos naturais diversificados de grande valor; o posicionamento do concelho relativamente a outras áreas turísticas relevantes; boas acessibilidades rodoviárias; a elevada riqueza gastronómica; o termalismo e espaços verdes, o facto de estar no coração de uma das importantes regiões demarcadas vitivinícolas nacionais. Esta é uma realidade que a candidatura quer aproveitar. Por evidente indefinição estratégica ou simples inércia, Viseu não é hoje uma cidade “amiga do turista”, falhando nos mais elementares aspectos: a informação ou conteúdos informativos sobre os diversos pontos de interesse não são de acesso fácil e não são disponibilizados na língua dos principais mercados emissores. São estes factores que em muito contribuem para que a média de estadia dos turistas no concelho de Viseu seja baixa.” Neste quadro, a candidatura do CDS-PP, apresenta, entre outras, o seguinte conjunto de propostas e posições: 
• Criar mecanismos e instrumentos de apoio às empresas turísticas, agindo sobre os factores da competitividade empresarial e de criação de valor e empregabilidade; 
• Reforço dos programas de Turismo Sénior, Turismo para Emigrantes, Turismo para Cidadãos com deficiências e incapacidades, Turismo Religioso e Turismo de Saúde; 
• Colaboração com os agentes privados na elaboração de um “Plano Estratégico de Comunicação”, que defina de modo integrado uma forte estratégia de promoção e marketing, até aqui inexistente, permitindo que Viseu apresente uma imagem atractiva do ponto de vista turístico; 
• Desenvolvimento do concelho como território aglomerador da oferta turística ligada ao termalismo, enoturismo e turismo de natureza; 
• Valorização e celebração do Vinho do Dão, em Viseu, num evento de dimensão nacional;
• Recusa, por princípio, do estabelecimento de qualquer taxa turística; • Criação de um parque de campismo moderno e atractivo (Viseu é a única capital de distrito do interior sem parque de campismo); 
• Promoção de estadias de curto prazo a opinion makers, nacionais e internacionais na garantia que falem nos meios ao seu dispor da sua experiência em Viseu; 
• Incorporação de QR Codes, em calçada portuguesa, nos mais importantes monumentos e pontos de interesse em Viseu; 
• Criação e dinamização de ciclovias urbanas, permitindo a ligação entre o Rossio, Centro Histórico, Fontelo, Parque Aquilino Ribeiro, Eco Pista do Dão e Quinta da Cruz. 

A visita de Aldolfo Mesquita Nunes terminou com um jantar convívio e visita à Feira de São Mateus.

Viseu, 01 de Setembro de 2013.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Viseu, Séc XXI, Cidade com melhor qualidade de vida

Esta semana, plena de actividade eleitoral, fomos confrontados com duas situações quase terceiro-mundistas que ocorrem no concelho de Viseu. Tendo em conta que “Viseu, cidade com melhor qualidade de vida” não se pode resumir a um mero slogan e na defesa de melhor qualidade de vida, para todos os habitantes deste concelho, fica a nossa leitura relativa ao que presenciamos. 
Segunda-Feira, dia 27 de Agosto, vários habitantes que deram pela presença da candidatura de Hélder Amaral, em Póvoa da Medronhosa, solicitaram que o próprio apreciasse in loco a situação deplorável e absolutamente lamentável em que se encontra o Rio Pavia naquela localidade.
Ao fim de duas décadas, e milhões de euros depois, o Rio Pavia continua a ser o mais grave problema ambiental do concelho. O CDS não pode deixar de repudiar vivamente esta situação e apela a que os responsáveis autárquicos concentrem esforços e recursos na procura da solução tão breve quanto possível deste "crime ambiental". 


Quarta-Feira, dia 28 de Agosto, a candidatura do CDS-PP, composta, entre outros, pelo candidato Autárquico Hélder Amaral, o Candidato à Assembleia Municipal Fernando Figueiredo e Laura Maria Albernaz candidata à junta de Freguesia de Abraveses, visitou Ribeira de Mide em Abraveses. Neste bairro degradado ou de “lata”, às portas da Cidade, junto a um dos principais acessos a Viseu, vivem oito famílias em condições próprias de um país de terceiro mundo. Em primeiro lugar lamentamos que, em pleno século XXI, 39 anos após o 25 de Abril, subsistam situações de miséria extrema no concelho de Viseu. Perante tal facto não podemos adoptar uma atitude passiva, tal situação não pode ter mais continuidade. As oito famílias que ali “sobrevivem” sem qualquer tipo de condições de salubridade, sendo a sua permanência naquele local um manifesto atentado à saúde pública, com a agravante de alguns habitantes terem dificuldades motoras ou outros tipos de deficiências, merecem outra atenção.
Esta situação, com o fechar de olhos dos diversos poderes locais, dura há anos e não poderá ter mais continuidade, num concelho que se quer impor pela sua qualidade de vida. Do contacto directo com a população é notória a sua preocupação e vontade em melhorar as suas condições de vida. Passados exactamente cinquenta anos sobre o motivador discurso de Martin Luther King Jr., sobre a igualdade entre seres humanos, estamos perante Viseenses que sabem que como os "outros, (são) de carne e osso" e que do poder local apenas esperam uma casa para morar, que sonham em ter água para se lavar, casas de banho, poder lavar a louça com água canalizada, um quarto com uma cama, em suma um lar digno.
Aproveitamos para recordar o actual executivo, bem como as candidaturas adversárias, que onde impera a degradação humana os valores que defendemos como sociedade, não podem existir. Configura-se de carácter urgente uma intervenção junto destas famílias. O nosso Compromisso é com TODOS os Viseenses, nesse sentido assumimos as nossas responsabilidades e acompanharemos estes casos de perto até à sua resolução.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Compromisso com a Cultura

Viseu, 26 ago (Lusa) - O candidato do CDS/PP à presidência da Câmara de Viseu, Hélder Amaral, prometeu hoje encarar a cultura como prioridade caso seja eleito a 29 de setembro, criando um espaço que venha a servir de montra da atividade cultural local. "Falta um espaço onde a atividade cultural se encontre, onde a comunidade e os turistas encontrem toda a capacidade artística da cidade, sejam grupos de teatro, bandas de garagem, pintores, escultores ou artesãos. Queremos um espaço que seja uma montra da nossa atividade cultural", explicou. À entrada da Quinta da Cruz, em Viseu, o candidato centrista explicou que este espaço deveria funcionar no centro histórico da cidade de Viseu, como "uma espécie de 'Covent Garden' de Londres". "O Mercado 2 de Maio é uma belíssima ideia para fazer isso, mas também pode ser noutro sítio como o atual mercado municipal, se o conseguirmos relocalizar. Tem de ser um espaço próximo, que se possa fruir com tempo, calma e paciência", revelou. De acordo com Helder Amaral, não existe a pretensão de criar uma verdadeira casa da cultura, mas antes um espaço de fruição e partilha de cultura, onde os artistas possam expor e partilhar ideias. Caso seja eleito, promete que o município passará a ser um verdadeiro parceiro da atividade cultural e nunca o seu dono. "Temos de transformar a autarquia num agregador de todas as sinergias que se criem, sendo ela a potenciar e mostrar para fora a atividade cultural local. Tem de ser o polo agregador", acrescentou. O candidato do CDS/PP pretende ainda envolver toda a comunidade na Feira de S. Mateus, sugerindo para tal ideias que atraiam novos públicos. "Porque não temos música alternativa, semanas temáticas dedicadas à pintura, escultura ou artesanato, porque não temos no próprio pavilhão empresas de Viseu? Penso que a Feira de S. Mateus deveria ter um dia dedicado a cada concelho do distrito de Viseu", sugeriu. Defendeu ainda que a Feira Franca deveria ser uma mostra dos melhores produtos da região, entre os quais o vinho, que alega que este ano não tem qualquer expositor. Para a Quinta da Cruz, espaço onde decorreu o encontro com os jornalistas ao início da tarde de hoje, Helder Amaral elegeu como prioridade que esta venha a ser "um espaço para uma magnífica horta urbana, espaço de lazer e partilha de cultura". Garante que não tem nada contra o facto de lhe virem a chamar Serralves de Viseu, desde que não se estejam a referir apenas ao edifício. "Nestas coisas, o mais fácil é tratar-se do edifício e o mais difícil é o que se põe lá dentro. Nem vou criticar o facto de isto ter estado para abrir em 2009 e já estarmos em 2013, mas se fosse um qualquer funicular abriria mais cedo ou se fosse uma qualquer rotunda já teria levado duas revisões", alegou. Na opinião do candidato centrista, Serralves é bom não pelo edifício, mas pelas exposições, atividades e cartaz. "Queremos que este espaço não seja uma promessa adiada, mas sim uma realidade. Queremos que a cultura não seja algo de que se fala para preencher um programa eleitoral, mas algo de concreto", concluiu.
CMM // SSS 
Lusa/fim