sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Viseu, Séc XXI, Cidade com melhor qualidade de vida

Esta semana, plena de actividade eleitoral, fomos confrontados com duas situações quase terceiro-mundistas que ocorrem no concelho de Viseu. Tendo em conta que “Viseu, cidade com melhor qualidade de vida” não se pode resumir a um mero slogan e na defesa de melhor qualidade de vida, para todos os habitantes deste concelho, fica a nossa leitura relativa ao que presenciamos. 
Segunda-Feira, dia 27 de Agosto, vários habitantes que deram pela presença da candidatura de Hélder Amaral, em Póvoa da Medronhosa, solicitaram que o próprio apreciasse in loco a situação deplorável e absolutamente lamentável em que se encontra o Rio Pavia naquela localidade.
Ao fim de duas décadas, e milhões de euros depois, o Rio Pavia continua a ser o mais grave problema ambiental do concelho. O CDS não pode deixar de repudiar vivamente esta situação e apela a que os responsáveis autárquicos concentrem esforços e recursos na procura da solução tão breve quanto possível deste "crime ambiental". 


Quarta-Feira, dia 28 de Agosto, a candidatura do CDS-PP, composta, entre outros, pelo candidato Autárquico Hélder Amaral, o Candidato à Assembleia Municipal Fernando Figueiredo e Laura Maria Albernaz candidata à junta de Freguesia de Abraveses, visitou Ribeira de Mide em Abraveses. Neste bairro degradado ou de “lata”, às portas da Cidade, junto a um dos principais acessos a Viseu, vivem oito famílias em condições próprias de um país de terceiro mundo. Em primeiro lugar lamentamos que, em pleno século XXI, 39 anos após o 25 de Abril, subsistam situações de miséria extrema no concelho de Viseu. Perante tal facto não podemos adoptar uma atitude passiva, tal situação não pode ter mais continuidade. As oito famílias que ali “sobrevivem” sem qualquer tipo de condições de salubridade, sendo a sua permanência naquele local um manifesto atentado à saúde pública, com a agravante de alguns habitantes terem dificuldades motoras ou outros tipos de deficiências, merecem outra atenção.
Esta situação, com o fechar de olhos dos diversos poderes locais, dura há anos e não poderá ter mais continuidade, num concelho que se quer impor pela sua qualidade de vida. Do contacto directo com a população é notória a sua preocupação e vontade em melhorar as suas condições de vida. Passados exactamente cinquenta anos sobre o motivador discurso de Martin Luther King Jr., sobre a igualdade entre seres humanos, estamos perante Viseenses que sabem que como os "outros, (são) de carne e osso" e que do poder local apenas esperam uma casa para morar, que sonham em ter água para se lavar, casas de banho, poder lavar a louça com água canalizada, um quarto com uma cama, em suma um lar digno.
Aproveitamos para recordar o actual executivo, bem como as candidaturas adversárias, que onde impera a degradação humana os valores que defendemos como sociedade, não podem existir. Configura-se de carácter urgente uma intervenção junto destas famílias. O nosso Compromisso é com TODOS os Viseenses, nesse sentido assumimos as nossas responsabilidades e acompanharemos estes casos de perto até à sua resolução.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Compromisso com a Cultura

Viseu, 26 ago (Lusa) - O candidato do CDS/PP à presidência da Câmara de Viseu, Hélder Amaral, prometeu hoje encarar a cultura como prioridade caso seja eleito a 29 de setembro, criando um espaço que venha a servir de montra da atividade cultural local. "Falta um espaço onde a atividade cultural se encontre, onde a comunidade e os turistas encontrem toda a capacidade artística da cidade, sejam grupos de teatro, bandas de garagem, pintores, escultores ou artesãos. Queremos um espaço que seja uma montra da nossa atividade cultural", explicou. À entrada da Quinta da Cruz, em Viseu, o candidato centrista explicou que este espaço deveria funcionar no centro histórico da cidade de Viseu, como "uma espécie de 'Covent Garden' de Londres". "O Mercado 2 de Maio é uma belíssima ideia para fazer isso, mas também pode ser noutro sítio como o atual mercado municipal, se o conseguirmos relocalizar. Tem de ser um espaço próximo, que se possa fruir com tempo, calma e paciência", revelou. De acordo com Helder Amaral, não existe a pretensão de criar uma verdadeira casa da cultura, mas antes um espaço de fruição e partilha de cultura, onde os artistas possam expor e partilhar ideias. Caso seja eleito, promete que o município passará a ser um verdadeiro parceiro da atividade cultural e nunca o seu dono. "Temos de transformar a autarquia num agregador de todas as sinergias que se criem, sendo ela a potenciar e mostrar para fora a atividade cultural local. Tem de ser o polo agregador", acrescentou. O candidato do CDS/PP pretende ainda envolver toda a comunidade na Feira de S. Mateus, sugerindo para tal ideias que atraiam novos públicos. "Porque não temos música alternativa, semanas temáticas dedicadas à pintura, escultura ou artesanato, porque não temos no próprio pavilhão empresas de Viseu? Penso que a Feira de S. Mateus deveria ter um dia dedicado a cada concelho do distrito de Viseu", sugeriu. Defendeu ainda que a Feira Franca deveria ser uma mostra dos melhores produtos da região, entre os quais o vinho, que alega que este ano não tem qualquer expositor. Para a Quinta da Cruz, espaço onde decorreu o encontro com os jornalistas ao início da tarde de hoje, Helder Amaral elegeu como prioridade que esta venha a ser "um espaço para uma magnífica horta urbana, espaço de lazer e partilha de cultura". Garante que não tem nada contra o facto de lhe virem a chamar Serralves de Viseu, desde que não se estejam a referir apenas ao edifício. "Nestas coisas, o mais fácil é tratar-se do edifício e o mais difícil é o que se põe lá dentro. Nem vou criticar o facto de isto ter estado para abrir em 2009 e já estarmos em 2013, mas se fosse um qualquer funicular abriria mais cedo ou se fosse uma qualquer rotunda já teria levado duas revisões", alegou. Na opinião do candidato centrista, Serralves é bom não pelo edifício, mas pelas exposições, atividades e cartaz. "Queremos que este espaço não seja uma promessa adiada, mas sim uma realidade. Queremos que a cultura não seja algo de que se fala para preencher um programa eleitoral, mas algo de concreto", concluiu.
CMM // SSS 
Lusa/fim

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Carta aos militantes

Caro(a) Militante,
Decidi liderar uma candidatura à Câmara Municipal de Viseu nas próximas eleições autárquicas, apoiada pelo meu partido, o CDS – Partido Popular.
Antes de mais, esta candidatura decorre de um impulso pessoal: Viseu é a minha terra. É nela que está o meu passado e o meu presente, e é nela que sempre estará o meu futuro. (…) Nada me honrará mais do que protagonizar uma proposta ambiciosa e abrangente de dinamização e projecção nacional e internacional de Viseu. Por outro lado, a participação autárquica implica uma grande proximidade com os eleitores, o que a torna especialmente nobre, exigente e recompensadora. É precisamente nesse tipo de actividade que me sinto mais realizado: a política faz mais sentido quando é feita rua a rua, porta a porta, olhos nos olhos.
Comecei assim a explicação que enviei a todos os Viseenses. Mas a minha candidatura é mais que um impulso pessoal: é também uma tentativa de dar espaço e voz a uma massa critica, livre e independente que existe em Viseu, e que disse presente nas listas à Assembleia Municipal, à Camara Municipal e às 23 juntas de freguesia a que nos candidatamos. O CDS deve sentir-se honrado com a confiança que em nós depositaram tantos independentes que querem fazer este caminho em nome do CDS/PP.
Mas nada servirá este voto de confiança se cada um dos militantes do CDS não estiver também empenhado nesta mudança necessária e inevitável. Esta é uma oportunidade única para honrar o nosso passado autárquico, que reside na obra do Dr. Leal Loureiro, do Eng. Amorim e do Eng. Engrácia Carrilho. Este é o momento de dizer SIM ao nosso partido.
Tenho dedicado grande parte do meu tempo a defender a nossa bandeira também no distrito, onde o partido concorre em 23 dos 24 concelhos. Mas esta jornada não consigo fazê-la sozinho. Vou precisar da ajuda empenhada e abnegada de todos os militantes do CDS.
Preciso do vosso apoio, do vosso amor a Viseu, da vossa dedicação à nossa causa, do vosso contributo, sugestões, e da participação em acções de campanha. Dia 15 de Setembro teremos o presidente do partido, Dr. Paulo Portas, entre nós, cumprindo um programa que brevemente divulgaremos.
Aqui deixo também os contactos, para que possam acompanhar a nossa agenda de campanha, enviar as vossas sugestões e comentários.
Email cds.2013viseu@gmail.com Telemóvel 960 029 570
Saudações centristas
Hélder Amaral

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Visita ao Museu do Quartzo

A Exploração do Quartzo no Monte de Santa Luzia (Viseu), pela “Companhia Portuguesa de Fornos Eléctricos”, nos anos 61 a 86, teve como resultado o enorme rasgão na paisagem, elemento altamente negativo em termos de impacto ambiental. 
A autarquia viseense recuperou o que resta de uma exploração caótica abandonada construindo ali o Museu do Quartzo que hoje a candidatura de Hélder Amaral visitou tendo reunido com os responsáveis da Direcção no local. Embora a arquitectura possa merecer alguma apreciação menos favorável apesar de ter sido premiado o projecto em 97 com o Prémio Nacional do Ambiente, o candidato do CDS, Hélder Amaral, ficou visivelmente encantado com o projecto ali existente, com os dados transmitidos sobre visitantes e da visibilidade muito positiva que este equipamento cultural projecta da cidade de Viseu. Bem equipado de conteúdos, muito interactivo e preenchido de informação o Museu do Quartzo dispõe ainda de uma equipa ainda que reduzida de recursos humanos muito motivada, experiente e profissionalmente ajustada aquela realidade espalhando simpatia e saber pelos visitantes do Museu. 
Da análise ao projecto e das possibilidades do local importa agora, no entender da candidatura dar a melhor forma possível ao protocolo assinado entre o MNHN e a CMV, em 14Out97, segundo o qual deverá evoluir para um Centro de Investigação Científica e Tecnológica alargando assim as potencialidades pedagógicas, culturais e, também, naturalmente, turísticas. 
Para além da recuperação feita do escarpado a candidatura do CDS veria com bom olhos a requalificação dos equipamentos industriais existentes, a criação de áreas de lazer e de desporto na envolvente do Monte, a criação de percursos criteriosamente estabelecidos, apoiados em painéis explicativos, convenientemente localizados, e em documentação escrita (desdobráveis, brochuras) a facultar aos visitantes. 
A candidatura do CDS agradece ainda a forma cordata e muito profissional como o Dr Américo Nunes, Vice-Presidente da CMV recebeu a delegação dando nota muito precisa e informada de todo o projecto do Museu do Quartzo.