terça-feira, 9 de julho de 2013

Encontro com o Dão

Dando continuidade ao compromisso que assumiu com Viseu e com os seus agentes económicos, a candidatura do CDS-PP à autarquia de Viseu, corporizada por Hélder Amaral candidato à autarquia, Fernando Figueiredo candidato à Assembleia Municipal, e Carlos Cunha Coordenador Autárquico, esteve nesta segunda-feira na sede da União das Adegas Cooperativas da Região Demarcada do Dão [UDACA]. Tendo em conta o especial destaque que esta candidatura atribui ao sector agrícola, da visita e respectiva reunião com o director e com o enólogo surgiram diversos pontos de encontro, entre eles, a vontade de transformar Viseu na capital efectiva do Dão. 
O CDS acolhe a sugestão e se vencer as eleições do vasto programa da feira de são Mateus passará a fazer parte integrante uma semana dedicada ao sector vitivinícola e gastronómico. 
Este desiderato da UDACA, outrora colocado à autarquia, nunca acolheu resposta e vem ao encontro das ideias e propostas defendidas pela Candidatura pelo que, Hélder Amaral espera ir mais longe e poder entregar em Viseu durante essa semana na Feira os prémios dos melhores vinhos do Dão ao contrário do que até aqui tem acontecido. A visita terminou na Quinta de Penassais, um produtor de S. João de Lourosa que apontou alguns dos problemas na produção e promoção do vinho do Dão a que a candidatura irá estar atenta e apontar soluções no âmbito do seu Compromisso com a Agricultura.

Apresentação da candidata à freguesia de Abraveses


"Ouvindo no terreno quem põe as mãos na massa e não um conjunto de teóricos"!

Viseu, 08 jul (Lusa) - o candidato do CDS/PP à Câmara de Viseu, Hélder Amaral, acusou hoje o seu opositor do PSD, o antigo secretário de Estado Almeida Henriques, de "usar meios do Estado em uso próprio". "Fico tristíssimo e revoltado por saber que a candidatura do doutor Almeida Henriques usa meios do Estado em uso próprio. Os viseenses têm que tirar daqui as suas conclusões", disse, sem especificar os alegados meios usados. Contactado pela Agência Lusa, o candidato do PSD, Almeida Henriques, considerou "uma perfeita parvoíce" que se venha dizer em público que utiliza recursos do Estado, nomeadamente os serviços de um assessor do Governo. "O doutor Jorge Sobrado [atual assessor no gabinete da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves] trabalhou comigo no meu gabinete enquanto fui secretário de Estado. E enquanto cidadão, a título pessoal e no exercício da sua cidadania, apoia a minha candidatura", esclareceu. À entrada para a visita a uma herdade do concelho de Viseu, o candidato centrista censurou o modelo da candidatura de Almeida Henriques, que diz ser um modelo de quem se serve da cidade e do Governo. "Olhem bem para a sua estrutura de campanha, vejam bem quem lá está, para que instituições trabalham e depois olhem para a do CDS/PP. Querem este modelo em que se usem os impostos dos contribuintes para uso próprio?", questionou. Almeida Henriques, por outro lado, sublinhou que no apoio à sua candidatura estão dezenas de pessoas ligadas a várias instituições, com diferentes cargos, que foi conhecendo ao longo do seu percurso profissional. "Se calhar é dor de cotovelo de ver gente tão importante à volta da minha candidatura", acrescentou Almeida Henriques. Ainda durante a tarde, o candidato do CDS/PP tem programadas visitas à Adega Cooperativa de Silgueiros e à UDACA, "ouvindo no terreno quem põe as mãos na massa e não um conjunto de teóricos". 


Caso seja eleito, Hélder Amaral pretende transformar o mercado municipal numa grande montra da cidade, na qual os pequenos e médios produtores possam vender os seus produtos. "Se possível vamos mudar o mercado municipal de sítio, pois no sítio onde está fica escondido e há muitos espaços da cidade que estão subaproveitados e que com algumas obras seriam um bom espaço de visita e troca comercial", concluiu. (...)
CMM // SSS Lusa/fim

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Candidato à Freguesia de Orgens

Jorge António Rebelo do Amaral, 43 anos, natural e residente em Orgens, casado, pai de uma filha. Profissionalmente, começou a trabalhar aos 18 anos como desenhador de construção civil, tendo concluído já como trabalhador estudante o curso de Engenharia de Madeiras, e mais tarde obtido a categoria profissional de Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia. Leccionou durante 4 anos em diversas escolas do distrito, estando ligado em paralelo a uma empresa do sector da construção civil, com actividade na elaboração de projectos e direcção de obras. Actualmente, trabalha por conta própria como Engenheiro Técnico e Agente Técnico de Arquitectura e Engenharia na elaboração de projectos e direcção de obras. Numa constante procura de valorização profissional e formação, frequenta actualmente o 2º ano da licenciatura em Engenharia Civil no IPV. É também por esta constante vontade de melhorar e chegar mais além que decidiu candidatar-se como independente com o apoio do CDS/PP à Junta de Freguesia de Orgens, pois conjuntamente com uma equipa independente, capaz e disponível para trabalhar em prol da Freguesia, considera que é possível, com os recursos disponíveis, fazer mais e melhor, contribuindo assim para o desenvolvimento da Freguesia e o bem-estar de todos os seus habitantes sem excepção.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Encontro com a Cultura



A candidatura do CDS-PP propõe um compromisso com as gentes de Viseu e como tal, entendemos que para resolver os problemas das pessoas é fundamental ouvi-las para procurar as melhores soluções. A nossa campanha é pois, feita rua a rua, porta a porta, empresa a empresa, pessoa a pessoa. Por isso, os candidatos à Autarquia Hélder Amaral e à Assembleia Municipal Fernando Figueiredo estão empenhados em ouvir as preocupações e propostas dos Viseenses.
     De entre as nossas prioridades encontra-se a Cultura pelo que a agenda começou com um primeiro encontro com Sandra Oliveira, organizadora dos Jardins Efémeros, que confirmou uma das preocupações do CDS-PP: a falta de coordenação e envolvimento entre os vários agentes culturais da cidade. Entendemos que a autarquia deve ter um papel dinamizador e coordenador destas actividades ainda que mantendo a distância no momento da programação cultural. Em particular, relativamente aos Jardins Efémeros, Hélder Amaral entende que a autarquia não pode permitir que este novo conceito de expressão urbana, no futuro, abandone a cidade.
      No segundo encontro, contactámos com a Associação ZunZum, dedicada à promoção e criação cultural. A falta de sinergias entre os vários pelouros da autarquia (Turismo, Cultura, Comércio) e a passividade da Associação de Comerciantes foram problemas discutidos. Ainda, a necessidade de fixar uma agenda cultural, com marcos, como o Outono Quente, o Festival de Jazz que se irá realizar, o Viseu Naturalmente e os Jardins Efémeros, foi outra questão anotada. A nossa candidatura louva os projectos como as “Visitas bem passadas” e lamenta que o processo ocorrido em torno do Auditório Mirita Casimiro não tenha chegado a bom porto, também regista com desagrado a inércia da autarquia ao longo do processo. Entendemos que seria muito importante a existência, em Viseu, de uma Casa da Cultura, espaço “cowork”, multidisciplinar, direccionado para reunir as associações e movimentos culturais, onde cada uma teria o seu espaço para o processo criativo desde a ideia, à materialização e divulgação do trabalho artístico além do apoio administrativo para o seu funcionamento regular..

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O bairro municipal – modernidade e tradição!

A problemática do mais antigo dos bairros sociais de Viseu – o Bairro Municipal (também conhecido por Bairro da Cadeia) - já se arrasta há quase uma década. Este espaço é já sinónimo de fatalidade para os viseenses. Uma década foi o tempo que o actual executivo levou para rever o PDM. Em relação ao bairro, dizia em 2006 que "iriam apenas deixar de pé, para memória futura, cinco ou seis casas". Uma década de dívida e de futuro empenhado é quanto, no mínimo, o Governo de José Junqueiro nos deixou. Uma década é quanto Almeida Henriques, se o mandatário o deixar, pede aos eleitores para transformar Viseu na Capital da Dança da Beira Alta. Uma década foi o tempo preciso para do Mercado 2 de Maio hoje nem restar um portão de ferro, mas apenas o nome e a desertificação do espaço. Uma década, quando os problemas de Viseu e dos Viseenses exigem resposta breve. 
Do bairro hoje desapareceram as “belgas”. Os actuais moradores sentem-se desprezados, e as moradias que restam não dispõem das mais elementares condições de habitabilidade. Já na ocasião o CDS defendia a necessidade de integrar as requalificações e obras na vida quotidiana dos cidadãos, garantindo uma harmonia entre o antigo e a nova forma de vive a cidade. Sem tradição, a modernidade não é nada, apenas mais política de betão e de obra nova cujo benefício, tendo em conta o seu custo, não está comprovado, e que tem caracterizado o poder local vigente. 
É este compromisso de urbanidade que o CDS defende e como tal não aceita uma política autista que ignora o património histórico do bairro “enquanto conjunto exemplar de um modelo urbanístico que fez escola, que moldou a paisagem urbana portuguesa e que é importante para a compreensão de uma época e de uma sociedade (…) e manifesta disponibilidade junto dos cidadãos e do executivo para apoiar e encontrar uma solução consiga melhorar a qualidade de vida das famílias que ali vivem naquele espaço tradicional tão raro nas urbes modernas.