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quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Parlamento aprova proposta do CDS sobre rede de cuidados para doentes crónicos
Impostos e Qualidade de vida
Recentemente,
os viseenses receberam uma notícia que a todos deve encher de orgulho: "Viseu
é a cidade com melhor qualidade de vida."
Efectivamente,
Viseu é uma cidade que oferece aos seus habitantes uma boa qualidade de vida,
independentemente dos critérios subjacentes à atribuição do primeiro lugar.
A
honestidade intelectual obriga a reconhecer a organização urbanística, a
qualidade e a boa manutenção dos espaços públicos, bem como a segurança que é
oferecida aos munícipes, apesar do aumento da criminalidade que se tem vindo a
registar.
Se
associarmos às evidências, acima enunciadas, o anúncio de que a autarquia, no
que concerne ao exercício de 2011, obteve cinco milhões de euros de lucro,
poderemos ser levados a pensar que o éden já esteve mais longe da cidade de
Viriato.
Todavia,
obviamente, não há cidades perfeitas, não há municípios perfeitos, não há gestão
perfeita. Não há bela sem senão…
Há,
de facto, alguns "pontos negros" que teimam em despontar no
horizonte e que devem merecer a nossa atenção e pro-actividade.
1.
Escasseiam projectos e soluções que contribuam para a captação de
investimentos e para a fixação de novas empresas geradoras de riqueza e de
postos de trabalho. Há concelhos limítrofes que têm vindo a denotar uma maior
capacidade de atracção de alguns investimentos que vão surgindo no distrito.
Uma observação atenta dos parques industriais, infraestruras potenciadoras de
geração e fixação de riqueza por excelência, encontram-se desvirtuadas e
ocupadas, na sua esmagadora maioria, por comércio e serviços.
2.
O sector comercial tem registado, fruto de políticas erráticas de
abertura de grandes superfícies ad hominem, uma crise avassaladora que
leva ao encerramento, em catadupa, de estabelecimentos do comércio designado
tradicional.
Viseu
beneficiou, em larga escala, do sacrossanto paradigma do "cimento" e
potenciou a migração das populações das zonas rurais e de concelhos vizinhos.
Contudo, caso não sejam adoptadas nova políticas, corremos o risco de nos
tornarmos uma cidade, além das rotundas, dormitório, uma vez que não são
gerados postos de trabalho, obrigando os residentes a procurar trabalho noutros
locais. Neste sentido, importa também não descurar, e ponderar muito bem, o que
fazer para estancar uma nova demanda de emigração como não se via há muitos
anos.
O
nível de impostos, em Viseu, já atingiu o seu limite há muito tempo, uma vez que são aplicadas das taxações e contribuições mais
elevadas do país aos seus munícipes. Devemos pugnar, incessantemente, por uma
política fiscal selectiva, competitiva e favorável à família, à empresa e ao
trabalho.
É,
na nossa óptica, um paradoxo, dificilmente explicável, que uma autarquia que
"vende saúde", do ponto de vista financeiro, continue a onerar tanto
as nossas gentes. Assim, consideramos que é imperativa uma revisão de impostos
municipais como, por exemplo, o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e a
Derrama. Estas revisões, em baixa, poder-se-ão considerar bons estímulos à
economia local e uma preciosa ajuda ao "desafogo" das famílias que, a
cada dia que passa, sentem mais dificuldades em fazer face às solicitações do
quotidiano.
Paralelamente,
devem ser reforçados os apoios sociais às famílias e potenciados os laços de
solidariedade com as organizações do terceiro sector, independentemente da
matriz fundacional e missão específica a que se propõem, através da celebração
de protocolos transparentes e que obedeçam a regras e critérios bem definidos,
no que concerne às candidaturas e selecção.
Impõem-se,
cada vez mais, políticas alicerçadas nos princípios democrata cristãos que
promovam uma sociedade mais inclusiva e humanizante, consubstanciada na ÉTICA
NA AUSTERIDADE.
A
Comissão Política Concelhia de Viseu do CDS PP
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Consumo de drogas: prevenir ou remediar?
A
resposta à questão enunciada, que parece retórica, não deixa dúvidas, ou seja,
é sempre melhor prevenir do que remediar.
Há
algum tempo que assistimos, nos jornais nacionais, a uma «guerra de palavras».
Uns são defensores das políticas sustentadas no designado «controlo de danos»
com o recurso a substâncias de substituição como é o caso da metadona. Outros
defendem tratamentos «livres de drogas» que obrigam a uma total abstinência por
parte do toxicodependente em tratamento.
Contudo,
este problema parece estar arredado dos fóruns de discussão próprios, sejam
estes nacionais ou regionais. De acordo com um estudo realizado, esta
problemática ocupa o 14.º lugar na tabela de preocupações dos portugueses.
Como
olham os viseenses para este flagelo social que destrói famílias inteiras? Que
políticas têm vindo a ser implementadas? Há algum plano estratégico para a
prevenção e combate à utilização de drogas? As políticas delineadas para a
Saúde estão coordenadas com as da Educação e da Família?
A
liberalização dos consumos de drogas leves, também conhecidas como
«recreativas», transmitiu uma ideia (errada) de carácter inofensivo dessas
substâncias. Não raras vezes, os jovens têm os primeiros contactos com as
drogas. no intuito de se divertirem um pouco mais, acreditando que tudo está
controlado. Infelizmente, em muitos
casos, estas experiências levam ao descontrole dos consumos e à dependência com
todos os riscos associados.
A
Comissão Política Concelhia do CDS PP está atenta e preocupada com esta questão
e tem muitas reservas quanto ao funcionamento, com enquadramento legal, das
Smartshops que têm vindo a ganhar espaço no mercado nacional.
Consideramos
que será, especialmente neste contexto de crise e de instabilidade social,
fundamental delinear estratégias concertadas para a prevenção do consumo de
drogas, tendo um enfoque forte na população escolar. Importa que todos nós
estejamos vigilantes a um fenómeno que poderá ser um poderoso dínamo no que
concerne aos fenómenos de adição: o desemprego.
Entendemos que as políticas para a juventude devem ter em linha de
conta uma nova equação: são jovens, dinâmicos, competentes e com sucesso
académico! Todavia, o mercado de trabalho não lhes dá respostas condicentes com
os seus perfis. Como lidarão eles e as suas famílias com as putativas
frustrações? Talvez deva ser equacionada seriamente uma estratégia concertada
que dificulte a indesejada transição do "paraíso" para as
"trevas".
A
Comissão Política Concelhia de Viseu – CDS PP
quarta-feira, 25 de julho de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
terça-feira, 17 de julho de 2012
Linha de crédito para instituições sociais já recebeu candidaturas no montante de 120 milhões
A linha de crédito destinada a instituições sociais, lançada em junho pelo Governo, recebeu "400 candidaturas válidas no montante de 120 milhões de euros", anunciou o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares. Este montante representa 80 por cento da capacidade da linha de crédito, de 150 milhões de euros...
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